Tudo posso naquilo que conheço!
e basta.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
O Eu lírico de Chico.

Olhos azuis, profundos, amedrontados, apaixonados. Macias rudes mãos, que lhe toca as cordas, que lhe toca o corpo. A submição provocante, ofegante. A porta que se fecha, o chão que lhe abriga. A raiva que incendeia e se faz incendiar. O seio que ama, a mão que mata. E acima de tudo... o amor que enlouquece, enlouquece e padece.
Seriam Amélias, seriam Marias e até Madalenas. Todas fundidas num corpo só, um corpo de várias histórias, um corpo de vários homens, mas um corpo só, um mesmo corpo.
Veste melancolia, transpira desepero, mas no fim descansa e espera, porque é paciente.
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